Review - The Mask - Super Nintendo - Neo Player - Podcast sobre videogames

Ultimas

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Review - The Mask - Super Nintendo



The Mask - Super Nintendo

O Máskara, criado por Mike Richardson e mais tarde distribuído pela Editora Dark Horse Comics, teve sua inspiração baseada a partir de uma combinação dos vilões Coringa e Rastejante, ambos da DC Comics. Em toda sua narrativa, O Máskara teve dois momentos distintos em sua trajetória, o primeiro é a imagem de um vilão cruel e assassino, que arruína a vida de quem detém seus poderes, concentrados em uma máscara Hindu, o segundo momento e o mais conhecido é aquele retratado no filme e nos desenhos animados, narra a história de Stanley em sua vida pacata, sendo atormentado pelos poderes da máscara ao descobri-la em uma loja de antiguidades quando estava em busca de um presente para sua namorada, rapidamente ele se vê num estilo de vida totalmente diferente de sua realidade.


O jogo para o Super Nintendo, foi todo baseado no filme, tanto os gráficos quanto o estilo do mesmo. The Mask é o único game desse vilão já lançado, e o console da Nintendo foi o único que o recebeu.
The Mask é um game agitado, assim como no filme, tudo é feito para passar a ideia de velocidade, de algo veloz. O jogo é no melhor estilo plataforma, só que não linear, aqui temos que vasculhar caminhos, portas e até mesmo tubulações, afim de se encontrar itens, power ups, entre outras coisas, a principio o game empolga bastante, mas a medida que vamos avançando as coisas se tornam repetitivas e cansativas, fechar o jogo é uma tarefa que requer paciência do jogador. e também empenho, muito empenho, porque o jogo não é fácil.


Os gráficos vão muito bem obrigado, o traçado do Máskara, assim como seus golpes, caretas e expressões, estão bem cartunescos, já os cenários contam com uma paleta mais escura e sóbria, deixando claro uma preocupação em se destacar o personagem Máskara com seu elegante terno e calça, ambos amarelos. O som passa bem discreto e irritante em alguns cenários, a insistência em se ter um batuque sempre ao fundo irrita em alguns momentos.


O jogo, apesar de seus problemas, vale a pena para quem assim como eu curtia o filme e seus desenhos derivados dele, mais tarde eu vim a conhecer o verdadeiro Máskara em sua essência, completamente diferente do filme, vale a pena o confere para fins de curiosidade mesmo.




|__CisNegro__|







Nenhum comentário:

Postar um comentário