Review - The House of The Dead - Arcade



The House of The Dead - Arcade

Nos anos 90, eu ia muito em Arcades para jogar games de luta, The King of Fighters, Street Fighter, entre outros. Quando queria diferenciar, mudar um pouco, corria para um Beat´up, um Metal Slug, Aero Fighters e até arriscava em alguns Arcades de corrida.


Algo mudou quando começaram a chegar os Arcades de Shooter, sim, aqueles que a gente jogava com as pistolas. Eu observava de longe a galera jogando, mas confesso que ficava com receio de gastar ficha com aquele tipo de máquina. Os primeiros Arcades que chegaram foram o Area 51 e o Time Crisis, ambos muito bons sem sombra de dúvidas, o meu receio mesmo era por conta de se perder de maneira tão rápida, como eu não estava familiarizado com aqueles Arcades, perder uma ficha em segundos não parecia uma boa ideia, não até a chegada de The House of The Dead da SEGA.


The House of The Dead reunia tudo o que eu mais gostava num jogo, monstros, zumbis, armas, etc.. Aquilo tudo era demais para mim e foi então que eu comecei a me aventurar nesses Arcades. O game era fantástico, ao contrário dos outros, o enredo era o seu maior diferencial, as músicas o som dos tiros, o rugido e o grito dos monstros e zumbis me faziam esquecer de tudo ao meu redor, era como entrar de fato no jogo.


O game seguia o padrão dos Arcades do mesmo gênero, empunhávamos uma pistola e munidos de muita coragem adentrávamos numa mansão repleta de monstros e zumbis, experimentos de um cientista obcecado pela vida após morte. Os comandos eram os mais básicos, mirar, atirar, matar e ou repelir objetos atirados pelos zumbis. Os gráficos estão muito bem para a sua época, o problema maior do jogo sem dúvida nenhuma era não acertar os cientistas que geralmente ficavam perto, muito perto dos monstros e se os matassem, perdíamos life, isso era terrível.


Não cheguei a zerar o game nos Arcades, anos mais tarde, já em casa joguei mais sossegado um port do game no meu saudoso SEGA Saturn, bons tempos.



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